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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Galliformes
Família: Odontophoridae
 Gould, 1844
Espécie: C. cristatus

Nome Científico

Colinus cristatus
(Linnaeus, 1766)

Nome em Inglês

Crested Bobwhite


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Uru-do-campo

O uru-do-campo é uma ave Galliforme da família Odontophoridae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (náhuatl) colinicuiltic = nome indígena asteca para uma perdiz; e do (latim) cristatus, crista = com cista, crista, topete pluma. ⇒ Perdiz com pluma. “Colinicuiltic é um nome Náhuatl para uma codorniz” (Hernandez 1651); o nome foi contraído para forma “Colin” por Buffon (1770-1783).

Características

Menor representante da família Odontophoridae. Mede entre 18 e 24 centímetros e pesa entre 132 e 153 gramas. (Madge e McGowan 2002).
Como o próprio nome científico sugere, esta espécie apresenta uma crista pronúnciada. São aves que tem um corpo pequeno, curto e compacto além de uma cauda curta. São de hábitos terrestres.
De acordo com as variações geográficas e subespécies, apresenta diferenças consideráveis ​​no que diz respeito a coloração da face e do peito e no comprimento da crista. Isto é especialmente verdadeiro para os indivíduos do sexo masculino.
Em relação às características comuns, estas aves têm geralmente uma bela coloração marrom manchada de cinza e branco. A íris é marrom escura, o bico curto e forte é preto e os tarsos e pés são amarelo acinzentados.
As fêmeas apresentam as cores menos resplandecentes do que a dos machos da espécie, com cabeça, garganta e peito apresentando uma marcação mais acentuada salpicadas ou barradas de preto.
Os juvenis se assemelham a fêmeas, mas suas listras ou manchas são menos distintas.

Subespécies

Possui treze subespécies:

Alimentação

Em grupo ficam bicando sementes, insetos e principalmente formigas pelo solo.

Reprodução

Choca de 8 a 16 ovos de cor creme, pintalgados de marrom.

Hábitos

Típico dos campos do Rio Branco, em Roraima, das savanas e campinas amazônicas, em solos arenosos ao norte do Amazonas e também das capoeiras e zonas rurais. É localmente comum em sua área de ocorrência no Brasil. Tem o hábito de dormir no solo sobre gramíneas e anda em grupos de 10 a 15 indivíduos. Assustado, o bando dispersa-se no solo e não voando

Distribuição Geográfica

Presente no Brasil em Roraima, no Amapá e norte do Amazonas. Presente também nas Guianas, Venezuela, Colômbia e Equador.

Referências

Galeria de Fotos